“violento” chega ao spotify

 
 

“violento" chega com tudo e garante vaga na playlist “pátria rock” do Spotify.

Chegando com tudo “Violento” conseguiu uma vaga na playlist oficial do Spotify “Pátria Rock” que conta com gigantes do rock nacional como, Pitty, Fresno e Dead Fish.

Um Cross-Over foi a linguagem escolhida para dar a intenção de violento, uma música que traz a imitação e a “docilização” humana como forma de violência já estabelecida. O raciocínio prejudicado e a incapacidade de empatia, consumo veloz e distrações como formas culturais de adestramento humano. Uma tentativa de romper essas amarras já não tão invisíveis “Violento” apresenta tudo de forma rápida e agressiva.

Ainda não conhece? Clica no link abaixo e confere!

 
 

 

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Prólogo

by SURR
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Conflitos sociais e políticos dão o tempero em “Prólogo”, primeiro disco da Banda SURR

 

Músicas vão do rock clássico ao trash metal,

 mas preservam a identidade da banda

 

A Banda santista SURR lançará o primeiro disco da carreira no dia 10 de maio, a partir da meia-noite, nas plataformas digitais.  “Prólogo” nasceu empoderado e com um instrumental violento. O disco tem todos os ingredientes para marcar 2019 na história do rock nacional.

“O câncer se espalha nas ruas, ninguém é só bom, ninguém é só mau. Primeiro o pão, depois a moral." O single “Câncer” é a porta de entrada para o disco, seguido por “O Grito”, “Carne e Osso”, “Mundo”, “Resistentes”, “A Queda”, “Extermínio Tropical”, “Nascidos para Matar”, “Réquiem”, “Fogo Amigo”, “Estado Nacional”, “Força, Enxada e Voto” e “Genocídio Frankeinstein”.

 

“Prólogo” tem influências que vão do rock clássico ao trash metal. Apesar das diferentes sonoridades, a identidade da banda sempre se mantém. “Um som de protesto e questionamento político e social. A letra é o ponto de partida de tudo. Essa mensagem é levada por uma voz agressiva, riffs marcantes e batidas fortes”, explica a banda.

 

O álbum é um retrato sonoro feito sob o olhar da SURR sobre o comportamento na sociedade em que se vive. “As letras falam sobre conflitos de todas as proporções, externos e internos, nacionais e mundiais, individuais e coletivos sem razão absoluta. O objetivo é único: fazer da música e da arte uma arma, um grito revolucionário.